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Inadimplência leva bancos pagarem juros bem mais altos para emprestar dinheiro

Mesmo com a taxa básica de juros nacional, a Selic, em 11,5% ao ano, os consumidores que procuram crédito nos bancos pagam juros bem mais altos para emprestar dinheiro. E boa parte deste custo a mais é pela compensação de quem contratou o crédito e caiu na inadimplência, ou seja, não conseguiu, ou está com dificuldade para pagar.

“Vamos dar o exemplo do cheque especial, que tem juros altos. Imagine que dez pessoas vão pegar dinheiro emprestado por esta modalidade. Porém apenas seis conseguem pagar. O banco prevê esta falta de liquidação da dívida e coloca preço, para os dez contratantes, de modo que os seis adimplentes banquem os quatro que não pagaram”, explicou o professor de Finanças José Ricardo Escolá de Araújo, que ministra aulas na Universidade Municipal de São Caetano e é consultor da Federação Brasileira de Bancos.

O professor de Finanças Mário Amigo, que ministra aulas na Fipecafi, Fipe-USP, FIA e Saint Paul Escola de Negócios, lembrou que a formação dos juros leva em conta o chamado spread bancário, que é a diferença entre quando a instituição paga para captar dinheiro no mercado (rendimentos para quem investe com o banco) e quanto cobra de juros nos seus empréstimos.

Em setembro, por exemplo, o Banco Central publicou que a média do spread bancário era de 35 pontos percentuais para os consumidores, enquanto a taxa média de juros nas operações de crédito era de 45,7% ao ano. Esse spread, segundo estudo de 2006 do Banco Central, é composto basicamente por custo administrativo da instituição, previsão de inadimplência, custo do compulsório (percentual que o BC recolhe dos depósitos à vista dos bancos), tributos e taxas. E em média, sobravam 19%, para as instituições, do total do spread.

“Eu sei que a reclamação é de que os juros são muito altos. Mas existem custos reais. Como toda empresa, se o banco não tiver a margem de faturamento, ele quebra”, pontuou Amigo.

No entanto Escolá de Araújo disse que, em média, as tarifas bancárias que os bancos cobram dos clientes, tanto consumidores quanto empresas, paga todo o custo operacional. E a geração de receita, e lucro, das instituições é proveniente, na maioria, dos juros do dinheiro que emprestam. “Hoje, no Brasil, é possível considerar que cerca de 70% do lucro de um banco vem do crédito que ele oferece. O restante é do chamado resíduo, o dinheiro que sobrou. E nenhum banco deixa dinheiro parado”, explicou.

Amigo destacou quatro características que barateiam o crédito. São elas as garantias, maiores volumes emprestados, aquisição de outros serviços dos bancos e proximidade da instituição que tem o dinheiro (empréstimo direto com o banco).

Fonte: Diário do Grande ABC

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