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	<title>Império Serviços de Cobrança - Empresa de Cobrança especializada em Recuperação de Créditos</title>
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	<description>Empresa de Cobrança especializada em Recuperação de Créditos</description>
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		<title>Com juro menor demanda por crédito pessoal no BB cresce 45%</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 16:59:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Imperio Cobranças</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>O Banco do Brasil informou nesta quarta-feira que suas linhas de crédito pessoal tiveram aumento médio da demanda de 45 por cento, na comparação com março, após os cortes nas taxas de juros anunciados pela instituição mais cedo em abril.&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Banco do Brasil informou nesta quarta-feira que suas linhas de crédito pessoal tiveram aumento médio da demanda de 45 por cento, na comparação com março, após os cortes nas taxas de juros anunciados pela instituição mais cedo em abril.</p>
<p>&#8220;As linhas de crédito pessoal registraram, desde o dia 12, média diária de desembolso de 278 milhões de reais, volume 45 por cento superior à média verificada em março, e já totalizam mais de 1,1 bilhão de reais em crédito liberado nos últimos quatro dias&#8221;, segundo comunicado à imprensa.</p>
<p>No caso de linhas de crédito do BB destinadas a empresas, os desembolsos já chegam a 2 bilhões de reais desde o início do programa batizado de &#8220;Bompratodos&#8221;, alta de 18 por cento sobre março. &#8220;Nesse mesmo período houve elevação de 45 por cento no número de operações contratadas&#8221;, de acordo com o banco.</p>
<p>Ainda conforme o BB, os juros menores também têm atraído empresas que antes estavam em outros bancos.</p>
<p>&#8220;Na primeira semana do novo posicionamento, cerca de 1,74 mil clientes pessoas jurídicas contrataram novos empréstimos no banco, totalizando 108,7 milhões de reais, para liquidar seus financiamentos em outras instituições&#8221;", disse o BB.</p>
<p>Fonte: <a href="http://br.reuters.com/article/topNews/idBRSPE83H07820120418" title="Reuters" target="_blank">Reuters</a></p>
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		<title>Em Sorocaba promoções devem aquecer vendas de veículos</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 16:56:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Imperio Cobranças</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><strong>Segundo lojistas, vendas caíram 30% nos últimos meses.<br />
Bancos ficaram mais rigorosos para aprovar financiamentos.</strong></p>
<p>As montadoras e as concessionárias de Sorocaba (SP) buscam maneiras de reverter à queda nas vendas dos veículos dos últimos 60 dias.</p>
<p> No levantamento da &#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Segundo lojistas, vendas caíram 30% nos últimos meses.<br />
Bancos ficaram mais rigorosos para aprovar financiamentos.</strong></p>
<p>As montadoras e as concessionárias de Sorocaba (SP) buscam maneiras de reverter à queda nas vendas dos veículos dos últimos 60 dias.</p>
<p> No levantamento da Fenabrave &#8211; Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores, o mercado sofreu retração de 15,96 % em abril em relação a março. Nas lojas da cidade, os gerentes garantem que a queda nas vendas foi bem maior, 30 %, como mostra a reportagem do TEM Notícias.</p>
<p> Diante deste cenário, os comerciantes estão oferecendo preço melhor e até mais opcionais para atrair a clientela. As concessionárias sentiram também o impacto da inadimplência, já que os bancos ficaram mais rigorosos para aprovar a ficha cadastral.</p>
<p> De acordo com eles, muitos clientes chegam à loja e pedem financiamento direto do banco do fabricante ou na própria loja. Alguns consumidores reclamam que perdem horas e horas para terem o financiamento aprovado.</p>
<p> Vagner pesquisou e decidiu pagar metade do valor do carro zero à vista e o restante em 24 vezes. Ele está satisfeito com as taxas de juros que as lojas oferecem. Segundo ele, é possível encontrar valores de 0,87% de juros.</p>
<p>Fonte: <a href="http://g1.globo.com/sao-paulo/sorocaba-jundiai/noticia/2012/05/promocoes-devem-aquecer-vendas-de-veiculos-em-sorocaba-sp.html" title="G1" target="_blank">G1</a></p>
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		<title>Em abril inadimplência em transações com cheque sobe 13,88%</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 16:58:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Imperio Cobranças</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>A inadimplência em transações feitas com cheques cresceu 13,88% em abril de 2012, em comparação a abril de 2011, segundo pesquisa mensal divulgada nesta quinta-feira pela Telecheque. Pelo levantamento, feito em 10 mil pontos de vendas em 890 municípios brasileiros, &#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A inadimplência em transações feitas com cheques cresceu 13,88% em abril de 2012, em comparação a abril de 2011, segundo pesquisa mensal divulgada nesta quinta-feira pela Telecheque. Pelo levantamento, feito em 10 mil pontos de vendas em 890 municípios brasileiros, 3,20% do valor total dos cheques transacionados no período não foi liquidado, enquanto em abril de 2011 o porcentual ficou em 2,81%.</p>
<p>Entre os motivos do aumento da inadimplência, informou a Telecheque, a falta de fundos liderou com 77,1% do valor total em cheques não liquidados. Os demais motivos foram cheques sustados, com 8,1%, roubados ou furtados, com 3,7%, fraudados, com 2,1%, e outros motivos, com 9,0%.</p>
<p>A pesquisa apontou ainda que a região Sul  subiu, entre março e abril, da terceira posição para a liderança no ranking onde a inadimplência mais cresceu. Na comparação entre abril de 2012 e abril de 2011, a região apresentou um crescimento de 29,15%. O Sudeste veio na sequência, com 16,92%, seguido do Nordeste, com 14,36%.</p>
<p>As regiões Centro-Oeste e Norte apresentaram redução na inadimplência. Na Centro-Oeste, a queda foi de 11,76% e na Norte, de 5,35%. Mesmo com o aumento na inadimplência, o valor médio dos cheques utilizados nas compras cresceu em abril. Na comparação entre abril de 2012 com abril de 2011, o valor médio subiu 18,15%, de R$ 273,49 para R$ 323,14.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.dgabc.com.br/News/5956998/inadimplencia-em-transacoes-com-cheque-sobe-13-88.aspx" title="Diário do Grande ABC" target="_blank">Diário do Grande ABC</a></p>
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		<title>Em abril inadimplência no varejo volta a crescer</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 16:55:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Imperio Cobranças</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>A taxa de inadimplência do consumidor do varejo teve alta de 4,45% em abril, em relação ao mesmo mês do ano passado. Nos últimos 14 meses, o índice vem apresentando crescimento, à exceção de março, quando a taxa teve queda de 11,95% em relação a igual período de 2011. Segundo dados divulgados nesta quinta-feira (10) pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), entre abril e março deste ano, o índice de inadimplência teve recuo de 4,79% e no acumulado do ano houve queda de 1,5%.</p>
<p>As consultas ao Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) em abril tiveram alta de 3,02% em relação ao mesmo mês de 2011, refletindo o nível de atividade do varejo.</p>
<p>As vendas nesse segmento nos últimos 12 meses tiveram crescimento de 4,28%, de acordo com a confederação. A quitação de débitos, que significa recuperação de crédito em favor do consumidor, ficou positiva em abril, com alta de 6,04% em relação ao mesmo mês de 2011. No acumulado do ano, a recuperação de crédito registrou alta de 2,15%.</p>
<p>Para o presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Junior, a inadimplência em abril, &#8220;apesar de poder ser considerada alta, não foi tão ruim, pois a recuperação de crédito melhorou, e a queda nas taxas de juros no mercado permite que dívidas em aberto sejam quitadas e que o consumidor se candidate a novos financiamentos”. Segundo ele, se o resultado for associado à recuperação de crédito e ao aumento de vendas, pode ser considerado bom.</p>
<p>De acordo com Roque Pellizzaro Junior, para o varejo, o ideal é que a taxa de inadimplência em abril tivesse ficado na metade do índice de recuperação de crédito (6,04%).</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.dci.com.br/inadimplencia-no-varejo-volta-a-crescer-em-abril-id293467.html" title="DCI" target="_blank">DCI</a></p>
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		<title>Em março inadimplência das empresas aumenta 18,8%</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 13:33:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Imperio Cobranças</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>O número de empresas que não honraram suas dívidas aumentou 18,8% em março ante o mesmo mês do ano passado. Essa foi a maior alta já registrada no mês em dois anos, de acordo com o Indicador Serasa Experian de &#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O número de empresas que não honraram suas dívidas aumentou 18,8% em março ante o mesmo mês do ano passado. Essa foi a maior alta já registrada no mês em dois anos, de acordo com o Indicador Serasa Experian de Inadimplência das Empresas. Com relação a fevereiro, a inadimplência das empresas cresceu 1,6%. No acumulado de janeiro a março, a elevação foi 21,1% na comparação com o mesmo período de 2011.</p>
<p>Segundo os dados da Serasa, no primeiro trimestre, o valor médio das dívidas não bancárias (cartões de crédito, financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços como telefonia e fornecimento de energia elétrica e água) chegou a R$ 783,40 &#8211; 3,4% a mais do que o registrado no mesmo período do ano passado.</p>
<p>O valor das dívidas com bancos registraram elevação de 2,8% no trimestre, com um valor médio de R$ 5.273,76. No caso dos títulos protestados, o valor médio nos três primeiros meses do ano foi R$ 1.884,80, com aumento de 11,7% sobre igual período do ano passado. Os cheques sem fundos tiveram crescimento de 9%, com valor médio de R$ 2.210,76.</p>
<p>Na avaliação dos economistas da Serasa Experian, o resultado de março sofreu influência do maior número de dias úteis do mês e do carnaval em fevereiro. “Isso contribuiu para que muitas ocorrências de inadimplência de fevereiro fossem registradas em março, elevando o indicador. Além disso, o aumento da inadimplência do consumidor e o crédito para empresas ainda com juros elevados também pressionaram a inadimplência”, dizem os economistas.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.jb.com.br/economia/noticias/2012/04/30/inadimplencia-das-empresas-aumenta-188-em-marco/" title="Jornal do Brasil" target="_blank">Jornal do Brasil</a></p>
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		<title>Em fevereiro de 2012 economia brasileira estagnou</title>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2012 14:04:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Imperio Cobranças</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>O Indicador Serasa Experian de Atividade Econômica (PIB Mensal) registrou crescimento nulo no segundo mês do ano, já efetuados os devidos ajustes sazonais. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, houve crescimento de 2,1% da atividade econômica, menor &#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Indicador Serasa Experian de Atividade Econômica (PIB Mensal) registrou crescimento nulo no segundo mês do ano, já efetuados os devidos ajustes sazonais. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, houve crescimento de 2,1% da atividade econômica, menor que o crescimento de 2,8% observado na comparação interanual entre janeiro/12 e janeiro/11. No acumulado do primeiro bimestre do ano, o crescimento face ao mesmo período de 2011 foi de 2,3%.</p>
<p>Com isso, a atividade econômica somente não se retraiu em fevereiro/12 graças ao desempenho do setor externo: as exportações de bens e serviços cresceram 3,7% no segundo mês do ano, recuperando-se parcialmente do recuo de 7,6% observados em janeiro/12; e as importações caíram 5,1% no segundo mês do ano. Também no campo positivo tivemos um ligeiro aumento de 0,1% no consumo do governo. Já na direção contrária, o consumo das famílias e os investimentos recuaram 0,1% e 0,2%, respectivamente em fevereiro/12.</p>
<p>Do ponto de vista da oferta agregada, o setor industrial registrou expansão de 0,5% no segundo mês do ano e o setor de serviços acusou alta de 0,1%. Já o setor agropecuário permaneceu estagnado pelo segundo mês consecutivo.</p>
<p>Segundo os economistas da Serasa Experian, o ritmo de crescimento econômico ainda verifica-se fraco neste início do ano, apesar do conjunto de estímulos monetários e fiscais que têm sido colocados desde o terceiro trimestre do ano passado. O baixo dinamismo da economia mundial e a pouca disposição do consumidor em ampliar seu nível de endividamento, tendo em vista a inadimplência mais alta, aliada à maior seletividade por parte das instituições financeiras, têm produzido efeitos não expansionistas sobre a atividade econômica.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.jb.com.br/economia/noticias/2012/04/25/serasa-economia-brasileira-estagnou-em-fevereiro-de-2012/" title="Jornal do Brasil" target="_blank">Jornal do Brasil</a></p>
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		<title>Para 2013 BNDES prevê alta de 31% nos desembolsos para energia e transporte</title>
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		<pubDate>Fri, 04 May 2012 21:38:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Imperio Cobranças</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><strong>O valor deste e do próximo ano incluem financiamentos a concessões de aeroportos, mas os valores específicos para os projetos não foi divulgado</strong></p>
<p>O BNDES projeta desembolsos no valor de R$ 24,5 bilhões para os projetos de energia e transporte &#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O valor deste e do próximo ano incluem financiamentos a concessões de aeroportos, mas os valores específicos para os projetos não foi divulgado</strong></p>
<p>O BNDES projeta desembolsos no valor de R$ 24,5 bilhões para os projetos de energia e transporte &#8211;a chamada infraestrutura econômica&#8211; em 2012. A cifra é 31% superior aos R$ 18,7 bilhões financiados no ano passado.</p>
<p>Para 2013, a previsão é de liberação de R$ 31 bilhões para a área &#8211;o que representa expansão de 26% sobre a cifra estimada para este ano.</p>
<p>O valor deste e do próximo ano incluem financiamentos a concessões de aeroportos, mas os valores específicos para os projetos não foi divulgado.</p>
<p>O presidente do BNDES, Luciano Coutinho, disse que esse ramo é o mais importante da infraestrutura, pois dá &#8220;suporte&#8221; ao crescimento da economia e gera eficiência &#8211;sobretudo os investimentos em portos, ferrovias e rodovias.</p>
<p>Segundo o BNDES, a meta é manter um ritmo de expansão de 25% nos desembolsos a esse ramo da infraestrutura no longo prazo &#8211;percentual próximo ao alcançado nos dois últimos anos.</p>
<p>Coutinho ressaltou, porém, que a previsão de liberações para 2012 inclui apenas os empréstimos diretos do banco a grandes projetos, sem considerar os financiamentos repassados por meios de bancos conveniados &#8211;em geral, de menor porte.</p>
<p>Também não representa, diz, outras vertentes da infraestrutura financiadas pelo banco, como transporte público, saneamento, empréstimos a Estados para projetos do setor e apoio a compra de máquinas e equipamentos para os setores de energia e transporte &#8211;caminhões, por exemplo, considerados como bens de investimento para o setor de infraestrutura.</p>
<p>Coutinho disse que, ao todo, a infraestrutura deve responder por cerca de 40% dos desembolsos do banco neste ano, com liberação na faixa de R$ 58 bilhões.</p>
<p>O executivo reafirmou a projeção do BNDES de emprestar entre R$ 145 bilhões e R$ 150 bilhões neste ano. O valor, diz, dependerá principalmente do êxito das medidas do governo de estímulo ao investimento, anunciadas no começo deste mês.</p>
<p>Dentre elas, está a redução de taxas e alongamento de prazos para alguns setores e linhas de crédito do banco, com foco especial naquelas que demandam inovação e alta tecnologia.</p>
<p><strong>TJLP</strong></p>
<p>Indagado se a queda da Selic para 9% ao ano obrigaria o governo a também reduzir a TJLP (Taxa de Juros de Longo Prazo, referência para os empréstimos do BNDES), Coutinho disse não há previsão de redução da taxa.</p>
<p>A ideia, diz, não está em discussão e é &#8220;saudável&#8221; a convergência entre as duas taxas. O executivo afirmou que a TJLP obedece a uma &#8220;racionalidade&#8221; de longo prazo, que leva em conta as estimativas de inflação e o risco-país.</p>
<p>Diante dessas premissas, afirmou, não há espaço para a queda da taxa, a menos que as expectativas para inflação recuem para 4% ou abaixo desse patamar. Hoje, a previsão do mercado financeiro aponta para um IPCA em torno de 5% em 2011.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.midianews.com.br/conteudo.php?sid=2&#038;cid=116196" title="Midia News" target="_blank">Midia News</a></p>
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		<title>Cai 7% de inadimplência de empresas</title>
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		<pubDate>Thu, 03 May 2012 21:33:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Imperio Cobranças</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>A inadimplência das empresas recuou 7% em fevereiro na comparação com janeiro, influenciada pela queda expressiva do número de títulos protestados, informou nesta quinta-feira a Serasa Experian. Sobre fevereiro de 2011, porém, o Indicador de Inadimplência das Empresas avançou 18%. &#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A inadimplência das empresas recuou 7% em fevereiro na comparação com janeiro, influenciada pela queda expressiva do número de títulos protestados, informou nesta quinta-feira a Serasa Experian. Sobre fevereiro de 2011, porém, o Indicador de Inadimplência das Empresas avançou 18%. No ano, o indicador acumula alta de 22,3% ante o mesmo período de 2011.</p>
<p>Para a Serasa Experian, a queda de janeiro para fevereiro se deve ao feriado de carnaval, que reduziu o número de dias úteis no mês, e ao corte gradual dos juros verificado nos últimos meses. Conforme a empresa, dados do Banco Central (BC) mostram que as taxas de juros para pessoas jurídicas estão em queda. A linha de crédito para capital de giro, a mais importante para a operação das empresas, está com custo abaixo do registrado em 2011, segundo a Serasa Experian.</p>
<p>Entre os tipos de dívida pesquisados, o maior recuo verificado em fevereiro ocorreu entre os títulos protestados (-23,6%). O valor médio dos protestos no primeiro bimestre é de R$ 1.870,08, elevação de 11,7% sobre igual período de 2011.</p>
<p>Também apresentou queda, em fevereiro ante janeiro, a dívida por cheques sem fundos (-0,6%), que atingiu valor médio no bimestre de R$ 2.236,99 &#8211; alta de 11,3% ante o mesmo período de 2011. As dívidas com bancos caíram 0,1% no mês, atingindo no acumulado do ano valor médio de R$ 5.295,14, resultado 3,1% maior ante o primeiro bimestre do ano anterior.</p>
<p>O único tipo de dívida que registrou aumento em fevereiro foi a não bancária (cartões de crédito, financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços). O valor médio registrado dos dois primeiros meses de 2012 chegou a R$ 795,41, o que representou crescimento de 3,9% ante igual período de 2011.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.dgabc.com.br/News/5949502/serasa-experian-inadimplencia-de-empresas-caiu-7-.aspx" title="Diário do Grande ABC" target="_blank">Diário do Grande ABC</a></p>
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		<title>Inadimplência prevê acomodação de Serasa e Acrefi</title>
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		<pubDate>Wed, 02 May 2012 21:35:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Imperio Cobranças</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><strong>Dívidas do brasileiro registou alta de 18,2% e cheques sem fundo cresceram 2,04%</strong></p>
<p>Os indicadores de inadimplência que tanto surpreenderam pelo movimento de alta nos primeiros três meses deste ano devem se acomodar já a partir do segundo trimestre, preveem &#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Dívidas do brasileiro registou alta de 18,2% e cheques sem fundo cresceram 2,04%</strong></p>
<p>Os indicadores de inadimplência que tanto surpreenderam pelo movimento de alta nos primeiros três meses deste ano devem se acomodar já a partir do segundo trimestre, preveem os economistas-chefes da Serasa Experian, Luiz Rabi, e da Acrefi (Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento), Nicola Tingas. </p>
<p>A discussão sobre atrasos nos pagamentos de dívidas, tanto de pessoas físicas quanto de jurídicas, voltou à tona com a onda de divulgação de balanços de bancos relativos ao primeiro trimestre deste ano.</p>
<p>O Bradesco, por exemplo, divulgou nesta segunda-feira (23), em seu balanço trimestral, que suas despesas com provisões para devedores duvidosos cresceu 16,3% no primeiro trimestre comparativamente ao quarto trimestre de 2011, para R$ 3 bilhões. </p>
<p>O aumento do provisionamento teria ocorrido em resposta ao aumento da inadimplência, de um nível de 3,9%, no quarto trimestre de 2011, para 4,1%, no primeiro trimestre deste ano, segundo dados da própria instituição.</p>
<p>Mas na avaliação dos economistas da Serasa e da Acrefi, o aumento da inadimplência e do provisionamento não deve assustar, pois é um reflexo da deterioração da saúde financeira do consumidor e das empresas no primeiro trimestre. </p>
<p>Nicola Tingas disse que &#8220;a inadimplência surpreendeu no acumulado dos primeiros três meses. Os dados do Banco Central já mostraram isso e, agora, os balanços dos bancos estão trazendo estes dados também&#8221;.</p>
<p>De acordo com o economista da Acrefi, alguns indicadores antecedentes com histórica aderência à curva de inadimplência e ao fluxo de cheques devolvidos, como as pesquisas da Serasa Experian, por exemplo, já contemplam uma expectativa de acomodação. </p>
<p>Nós também estamos com esta expectativa. Primeiro, porque o consumo espontâneo do consumidor diminuiu no primeiro trimestre, com a compressão dos orçamentos e, segundo, porque as carteiras mais antigas que tinham atrasos estão vencendo e, desde o segundo semestre de 2011, reestruturações das dívidas estão ocorrendo.</p>
<p>Para Rabi, o efeito de 2011 está aparecendo agora nos balanços dos bancos, que reportam o saldo total da carteira.</p>
<p>Houve uma deterioração ao longo de 2011, que ainda se reflete nos balanços deste primeiro trimestre&#8221;.</p>
<p>Para ele, os dados de ponta, que são os considerados pela Serasa Experian, já estão com um movimento mais favorável em termos de volume de negativação. </p>
<p>A inadimplência já está desacelerando, principalmente para pessoa física.</p>
<p>Para pessoas jurídicas, segundo o economista da Serasa, a melhora demora um pouco mais para aparecer porque, entre o início da regularização dos contratos em atraso de pessoas físicas até o começo da regularização das dívidas das empresas, há uma defasagem de cerca de três meses. </p>
<p>De acordo com Rabi, à medida que a inadimplência der mostras de diminuição, o provisionamento dos bancos para devedores duvidosos também deve diminuir.</p>
<p>Os bancos são obrigados, pela Resolução 2.682 do Banco Central, a aumentar o provisionamento conforme a inadimplência cresce. É um negócio quase que reativo. </p>
<p>Não há, de acordo com Rabi, nenhuma conspiração por trás do aumento do provisionamento anunciado pelos bancos. </p>
<p>&#8220;Eles são obrigados, por força de uma resolução do BC, a aumentar o provisionamento. É claro que, quando fazem isso, os bancos ficam com menos dinheiro para emprestar.</p>
<p>Com dados da Serasa Experian, no primeiro trimestre comparativamente aos três primeiros meses de 2011, a inadimplência do consumidor brasileiro registrou alta de 18,2%, e as devoluções de cheques sem fundos pela segunda vez cresceram 2,04%.</p>
<p>Fonte: <a href="http://noticias.r7.com/economia/noticias/serasa-e-acrefi-preveem-acomodacao-da-inadimplencia-20120423.html?question=0" title="R7" target="_blank">R7</a></p>
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		<title>Micro e pequenas empresas registra alta em pontualidade de pagamento</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 13:16:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Imperio Cobranças</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>A pontualidade de pagamento das micro e pequenas empresas atingiu 95,0% em março de 2012, segundo indicador da Serasa Experian. Isto significa que no mês passado, a cada 1.000 pagamentos realizados, 950 foram quitados à vista ou com atraso máximo &#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A pontualidade de pagamento das micro e pequenas empresas atingiu 95,0% em março de 2012, segundo indicador da Serasa Experian. Isto significa que no mês passado, a cada 1.000 pagamentos realizados, 950 foram quitados à vista ou com atraso máximo de sete dias. Na comparação com o mesmo mês do ano passado (março/2011), houve avanço de 0,7 ponto percentual na pontualidade de pagamento das micros e pequenas empresas no país. </p>
<p>Foi o quarto mês consecutivo de alta interanual deste indicador, sinalizando que a situação financeira das empresas desse porte está em processo de melhora, após ter registrado sucessivas quedas na comparação anual entre março e novembro do ano passado.</p>
<p>A sequência de reduções da taxa básica de juros (taxa Selic), a tendência de gradual normalização da inadimplência dos consumidores e as medidas de estímulos às empresas, anunciadas recentemente pelo governo, são elementos que contribuem para melhorar a capacidade de pagamento das micro e pequenas empresas, observam os economistas da Serasa Experian.</p>
<p>As micro e pequenas empresas do setor comercial apresentaram o maior nível de pontualidade de pagamentos em março de 2012: 95,4%. As do setor de serviços registraram pontualidade de 94,6% e, por último, a pontualidade de pagamentos das micro e pequenas empresas do setor industrial atingiu 94,2% em março de 2012.</p>
<p>Em março de 2012, o valor médio dos pagamentos pontuais cresceu 8,2% em relação a fevereiro/12, atingindo R$ 1.842. Na comparação com março de 2011, o crescimento foi de 35,8%. As empresas de serviços registraram, em março de 2012, o maior valor médio dos pagamentos pontuais (R$ 2.125), seguido pelas empresas comerciais (R$ 1.835) e pelas empresas industriais (R$ 1.705).</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.jb.com.br/economia/noticias/2012/04/24/pontualidade-de-pagamento-das-micro-e-pequenas-empresas-registra-alta/" title="Jornal do Brasil" target="_blank">Jornal do Brasil</a></p>
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